A Minha Saude

Abril 22, 2007

Manual da dietas

Arquivar em: Uncategorized — azpegik @ 5:58 am

Quer perder peso?

Talvez um pouco, talvez muito. Se calhar gostaria de melhorar a
imagem que vê reflectida no espelho. Provavelmente gostaria de
poder usar de novo umas velhas calças de ganga. Ou talvez pretenda
apenas sentir-se melhor e mais saudável. Qualquer que seja o seu
objectivo, este programa vai ajudá-lo a perder peso… e a manter essa perda.

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Tema 2: O Estudo da Sexualidade Humana (Parte II)

Arquivar em: Uncategorized — azpegik @ 5:54 am

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Colaborações de Farmacologia

O avanço na farmacologia clínica também trouxe colaborações fundamentais para o conhecimento da neurofisiologia sexual. Algumas drogas com efeitos serotoninérgicos, como a classe dos inibidores seletivos da recaptação da serotonina, determinam diminuição ou supressão total do desejo, propiciando novas linhas de pesquisa na busca da associação desse neurotransmissor com a modulação do apetite sexual. Sabe-se que também atua de forma crucial para a solicitação e aceitação de parceiros sexuais. A dopamina foi apontada como essencial para o desejo sexual.

Estudos Experimentais

Estudos experimentais com animais foram sobremaneira importantes na investigação tanto da motivação sexual quanto do comportamento de escolha de parceiros. Hormônios como a ocitocina e a vasopressina foram implicados na preferência sexual, na formação de vínculo, na diminuição de agressividade e no aumento de comportamento de proteção à prole. A ocitocina foi arrolada como o neurotransmissor do amor, do vínculo e da monogamia.

Outros estudos se focalizaram nas mensagens enviadas pelos pares e nas negociações entre eles para acasalamento (seleção), levando-se em conta não só o status de saúde biológica e reprodutiva (manifestações de uma genética resistente), como também a qualidade das mensagens enviadas.

Situação Actual

Hoje em dia, muitos caminhos estão sendo trilhados pelos pesquisadores enfocando diversos aspectos da sexualidade humana. O desafio está, acima de tudo, no reconhecimento de um saber primitivo que está oculto por detrás dessa função tão vital de nossa vida: uma sabedoria da natureza que determina para onde e como nossa espécie vai prosseguir no futuro.

Manual Sexual

Arquivar em: Uncategorized — azpegik @ 5:36 am

A variedade é a chave para uma vida sexual melhor, e com o acompanhamento do nosso manual, garantimos que a sua vida sexual nunca mais será a mesma.

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Tenha uma relação sexual saudável!

Tema 2: O Estudo da Sexualidade Humana (Parte I)

Arquivar em: Uncategorized — azpegik @ 5:21 am

 Breve Relato

 A curiosidade sobre a sexualidade e os sentimentos que ela desperta sempre esteve presente ao longo da história da humanidade. Várias obras de arte da antiguidade, ou mesmo desenhos pré-históricos retratam o corpo humano com ênfase nos órgão genitais (masculinos principalmente).

O pênis já foi idolatrado como o símbolo de fertilidade, de poder e de liderança pelas mais diversas culturas do globo terrestre e ainda tem vital importância na actualidade.

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Deua Eros

Referências sobre o estudo do amor e do apetite sexual podem ser encontradas desde a Idade Antiga, nos escritos do filósofo Platão. Ele identificava o deus Eros como o deus do amor e dos apetites sexuais, deus do instinto básico da vida, responsável pela atração entre os corpos. Era a força vital que impulsionava a vida.

Freud referiu-se a esse mesmo deus Eros de Platão como a Libido, força vital de amor.

Ciêntistas e Estudiosos

Dr. Sigmund Freud, pai da psicanálise, nasceu em 1856, vivendo até 1939. Fez grandes contribuições ao estudo da sexualidade humana, descrevendo seu desenvolvimento desde a infância. Foi o primeiro pesquisador a ousar dizer que as crianças eram dotadas de sexualidade desde o início da vida, que se automanipulavam em busca de prazer (prazer inicialmente oral, depois anal e finalmente genital). O estudo da sexualidade e de seus diferentes aspectos desenvolvimentais e clínicos passou a ter relevância a partir de seu trabalho intitulado “Três Ensaios Sobre a Teoria Da Sexualidade”. Desde então, uma série de estudiosos, pensadores e cientistas passou a buscar mais conhecimento a respeito desse complexo fenômeno biopsicossocial, tanto com referenciais psicanalíticos, quanto comportamentais e biológicos.

Charles Darwin, naturalista do século XIX, propôs uma descendência remota única entre as espécies, colocando-nos na mesma linhagem dos macacos. Propôs a seleção natural e a seleção sexual como responsáveis pela evolução das espécies.

Masters e Johnson (1954), dois pesquisadores americanos que esclareceram diversos aspectos da fisiologia da resposta sexual humana, foram um marco para a compreensão da função sexual. Através de um grande laboratório humano, descreveram o Ciclo da Resposta Sexual Humana em quatro diferentes fases, a saber: excitação, platô, orgasmo e resolução. Propuseram uma abordagem terapêutica cognitivo-comportamental para os Transtornos Sexuais.

Na década de 80 do século passado, Helen S. Kaplan, uma psicanalista também americana, acrescentou a fase do desejo sexual a esse ciclo, estabelecendo uma abordagem terapêutica nova e mais aprofundada para as disfunções sexuais: tratamentos psicodinâmico focal e cognitivo-comportamental combinados. Propôs a existência de um hipotético centro regulador do desejo sexual, envolvendo mecanismos neurobiológicos no núcleo hipotalâmico, no sistema límbico e em outros circuitos neurais, que estaria alterado nos transtornos dessa fase. Hoje em dia, acredita-se que este centro regulador esteja em uma região do cérebro chamada Claustro.

Abril 21, 2007

Desperta amor!

Arquivar em: Uncategorized — azpegik @ 8:32 pm

Gostaria de pensar mais no seu parceiro e/ou que a sua pessoa amada pensasse mais em si, mesmo não estando juntos?

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O Presente Ideal Para o Seu Namorado!

Tema 1: Vitaminas

Arquivar em: Uncategorized — azpegik @ 8:28 pm

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O que são vitaminas?

São elementos nutritivos essenciais para a vida (VITA), que na sua maioria possuem na sua estrutura compostos nitrogenados (AMINAS), os quais o organismo não é capaz de sintetizar e que, se faltarem na nutrição, provocarão manifestações de carência ao organismo. O corpo humano deve receber as vitaminas através da alimentação, por administração exógena (injeção ou via oral), ou por aproveitamento das vitaminas formadas pela flora intestinal (algumas vitaminas podem ser produzidas nos intestinos de cada indivíduo pela ação da flora intestinal sobre restos alimentares).

A falta de vitaminas pode ser total - avitaminose -, ou parcial - hipovitaminose. Em ambas as situações, podem surgir manifestações classificadas como doenças carenciais.

A falta de vitaminas pode ser provocada por:
 

redução de ingestão.
pela diminuição da absorção.
pelas alterações da flora intestinal.
pelas alterações do metabolismo.
pelo aumento de consumo.

O excesso de vitaminas - hipervitaminose - pode ser a conseqüência da ingestão, ou da administração exagerada de vitaminas.

 Nota importante: quem deve diagnosticar uma falta ou excesso de vitaminas é o médico. A ingestão de vitaminas, indiscriminadamente, pode causar e, mesmo, agravar algumas doenças

 

Apaixonante!

Arquivar em: Uncategorized — azpegik @ 8:20 pm

Imagine um afrodisíaco natural provado cientificamente atrair mulheres. O nosso Concentrado de Feromonas de Androstenona é exactamente isso!

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Incrível! Funciona de verdade! Verdadeiro afrodisíaco!

Porque não há nada mais importante

Arquivar em: Uncategorized — azpegik @ 7:51 pm

Ola, este blog é destinado a todos aqueles que acreditam que a nossa saude fisica e mental é o bem mais precioso que possuimos.

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Para começarmos a pesquisa por esse estado fisico e mental tão desejado, colocamos uma primeira questão: O que é a saude?

Christopher Boorse definiu em 1977 a saúde como a simples ausência de doença;
Em 1981, Leon Kass questionou que o bem-estar mental também deveria fazer parte do campo da saúde. A sua definição de saúde foi: “o bem-funcionar de um organismo como um todo”, ou ainda “uma actividade do organismo vivo de acordo com suas excelências específicas.”
Lennart Nordenfelt definiu em 2001 a saúde como um “estado físico e mental em que é possível alcançar todas as metas vitais, dadas as circunstâncias.”

As definições acima têm seus méritos, mas provavelmente a segunda definição mais citada é a da OMS (Organização Mundial de Saude), mais especificamente do Escritório Regional Europeu:A medida em que um indivíduo ou grupo é capaz, por um lado, de realizar aspirações e satisfazer necessidades e, por outro, de lidar com o meio ambiente.A saúde é, portanto, vista como um recurso para a vida diária, não o objectivo dela;abranger os recursos sociais e pessoais, bem como as capacidades físicas, é um conceito positivo. Essa visão funcional da saúde interessa muito aos profissionais de saúde pública e de atenção primária à saúde, pois pode ser usada de forma a melhorar a equidade dos serviços de saúde, ou seja prover cuidados de acordo com as necessidades de cada indivíduo ou grupo.

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