Realidade do Emprego em Portugal no Mês de Março

Posted on Maio 3rd, 2007 in Sem categoria by

No fim de Março de 2007 ascendia a 441 356 o número de pessoas registadas como desempregados nos Centros de Emprego do Continente e Regiões Autónomas, correspondendo a 87,1% do total de pedidos de emprego.

A comparação com o mesmo mês do ano anterior evidencia uma quebra de 38 808 desempregados, o que se traduz num decréscimo anual de 8,1%. No espaço de um mês, verificou-se igualmente uma redução do desemprego que foi menos significativa (-2,1%), o que equivale a menos 9 481 desempregados inscritos.

Desemprego na Alemanha

Posted on Maio 3rd, 2007 in Sem categoria by

Desemprego na Alemanha cai abaixo dos 4 milhões

O número de desempregados na Alemanha ficou abaixo dos 4 milhões, pela primeira vez em quatro anos, segundo os dados publicados hoje pela Agência Federal de Emprego alemã.Segundo a mesma fonte, em Abril o número de desempregados caiu em 141 mil em relação a Março e 824 mil na comparação com o ano anterior.O índice de desemprego desceu 0,3 pontos ficando nos 9,5%. Há um ano, a taxa era de 11,5%.Suprimindo os factores sazonais, o desemprego afectou 3,845 milhões de pessoas, representando uma descida do número de desempregados em 9 mil.

Segundo o presidente da Agência Federal de Emprego, Frank-Jüergen Weise, o auge económico começa a manifestar-se também no mercado de trabalho, pois houve um aumento no número de contratações.

O ministro da Economia, Michael Glos, calcula que que até ao próximo ano o desemprego caia para 3,5 milhões, o número mais baixo em 10 anos.

Um sinal do crescimento da economia alemã, em conjunto com os restantes países da União Europeia.

Desemprego em Espanha

Posted on Maio 3rd, 2007 in Sem categoria by

A taxa de desemprego em Espanha no primeiro trimestre do ano cifrou-se em 8,47%, com mais 45.500 pessoas desempregadas desde o início de ano corrente, apesar de no mesmo período se terem criado 67 mil novos empregos.Segundo o Inquérito da População Activa do Instituto Nacional de Estatística (INE), no final de Março havia em Espanha 1.856.100 desempregados, com uma taxa de actividade de 58,58 por cento da população.
        
O mesmo estudo refere que entre Janeiro e Março se criaram 67.400 empregos, tendo a população activa crescido 112.900 pessoas para quase 22 milhões de pessoas.
        
No último ano o desemprego afectou menos 79.700 pessoas, tendo sido criados 669 mil novos postos de trabalho.
        
O desemprego cresceu no primeiro trimestre entre os desempregados de longa duração - sem emprego há mais de um ano - atingindo mais 27.200 pessoas, enquanto os sectores da construção e de serviços registaram mais 18.300 empregados.
        
O desemprego aumentou também entre os estrangeiros, com mais 27.500 desempregados, para um total de 383 mil pessoas sem trabalho, de uma população activa de mais de três milhões de trabalhadores estrangeiros.

Em contra-ciclo com a economia, o desemprego tem aumentado em grande escala nos países mediterrânicos. Apesar do crescimento económico se situar acima de 1% do PIB desses países.

Precaridade no Trabalho

Posted on Maio 3rd, 2007 in Sem categoria by

Segundo o estudo elaborado por Eugénio Rosa, economista e ex-deputado, com base nos dados do INE, a população activa aumentou 4,9% entre 2001 e 2006.

No mesmo período, a população activa precária, com contratos de trabalho a prazo, a recibo verde ou desempregado, cresceu 14,6%, ou seja, três vezes mais do que o total, e representava 38% das pessoas em idade de trabalho.

Segundo o economista, estes dados mostram que o mercado de trabalho não é rígido, à semelhança dos números que mostram que os salários reais em Portugal caíram um por cento entre 2001 e 2006.

Eugénio Rosa critica ainda as observações feitas pelo Banco de Portugal no boletim económico de Primavera, onde é dito que Portugal se pauta por uma “insuficiente flexibilidade no mercado de trabalho”.

Além disso, o economista contrapõe com um estudo do Banco Central Europeu (BCE) divulgado pelo Ministério do Trabalho e da Segurança Social em 2006, onde é dito que o mercado de trabalho português “está entre os menos rígidos da Zona Euro”, por comparação das variações dos salários reais em relação ao desemprego.
   
No mesmo estudo, o economista refere ainda que as diferenças de produtividade do trabalho entre as empresas portuguesas nada têm a ver com os trabalhadores; são antes fruto da tecnologia utilizada, da organização empresarial, da liderança, da inovação e depende muito do sector de actividade.

Em claro cepticismo em relação às empresas que não investem em produtos para aumentar a produtividade dos seus trabalhadores, mostrando uma peca no que concerne às novas tecnologias.